Acerca da política do euro


O euro - €

O euro é a moeda única actualmente partilhada por 16 dos Estados Membros da União Europeia: Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta e Portugal. Em conjunto estes países constituem a “zona euro”.

O euro foi introduzido em 1 de Janeiro de 1999, enquanto “moeda escritural”. Isto significa que era utilizado nas operações financeiras no papel, mas que ainda não estava disponível em notas e moedas. Foi decidido realizar um período de transição para possibilitar que os diferentes sistemas financeiros dos países participantes, bancos e empresas, se adaptassem à nova moeda.

Três anos depois, a 1 de Janeiro de 2002, foram lançadas as notas e moedas de euro. As máquinas distribuidoras de notas começaram a disponibilizar notas em euro e as lojas passaram a fazer os trocos em euro, independentemente das pessoas utilizarem o euro ou as velhas moedas para fazerem a compra. Desta forma, num curto período de tempo, todas as velhas moedas nacionais foram retiradas de circulação – e os cidadãos da zona euro ficaram apenas com euros nos seus bolsos e carteiras.

A introdução do euro em 1999 constituiu um importante passo para a integração europeia. Foi também um dos seus maiores sucessos: cerca de 323 milhões de cidadãos da UE utilizam agora o euro como moeda e desfrutam dos seus benefícios. A Eslováquia juntou-se à zona euro no dia 1 de Janeiro de 2009. Dois países – a Dinamarca e o Reino Unido – acordaram uma cláusula de “opt out” no Tratado de Maastricht que introduziu o euro. Tal significa que não são obrigados a aderir à nova moeda. Os outros países (muitos dos novos membros e a Suécia) ainda têm que atingir os patamares exigidos para a adopção da moeda única. Logo que o façam substituirão a moeda nacional pelo Euro.

 

Como funciona o euro?

Para que o dinheiro mantenha o seu valor é necessário que a economia de um país seja bem gerida. De igual forma, a economia da zona euro, tem também de ser bem gerida se se quiser que o euro tenha sucesso e ajude a criar riqueza e empregos na União.

Na União Económica e Monetária, o Banco Central Europeu e os bancos centrais nacionais são responsáveis pela definição e implementação da política monetária da zona euro. A Comissão Europeia monitoriza o desempenho e os desenvolvimentos económicos na zona euro e garante que as regras da UE, como, por exemplo, garantir finanças públicas sólidas, são respeitados. O Conselho da União Europeia inclui representantes dos governos dos Estados Membros. Constitui o principal organismo de decisão da UE e decide sobre vários assuntos económicos de relevo para a UEM, incluindo a questão de um Estado Membro poder ou não adoptar o euro.

Cada país na zona euro dirige a sua própria economia segundo determinadas regras a fim de garantir que o euro se mantém forte e que a economia da zona euro se mantém sólida. Estas regras estabelecem limites para o endividamento dos países.

Ao limitar o montante da dívida de um país, as regras da UEM garantem que um dado país apresenta uma economia sustentável – por outras palavras, que esse país pode pagar as suas dívidas e as suas pensões, no futuro.

Mais informações acerca do euro, veja:
http://ec.europa.eu/economy_finance/the_euro/index_pt.htm?cs_mid=2946 

 

Celebrando a primeira década do euro

Passaram já dez anos desde que a UE tomou a importante decisão de lançar uma moeda única, o euro, estabelecendo aquilo a que se chama a União Económica e Monetária (UEM).

Para além de ter tornado o comércio externo e as viagens mais fáceis, é uma das mais estáveis moedas do mundo, com taxas de juro e inflação baixas. O tamanho da zona euro e o facto de ser forte também a protegem melhor dos choques económicos externos, tais como subidas inesperadas dos preços do petróleo. Mas não se trata apenas de economia: o euro dá também aos cidadãos da UE um símbolo tangível da sua identidade europeia.

Desde o seu lançamento, a zona euro cresceu para incluir diversos novos membros, estando outros a preparar-se para nela entrar. Isto constitui um sinal claro da atractividade e do sucesso do euro. Mais informação a propósito sobre este tema:
http://ec.europa.eu/economy_finance/emu10/index_pt.htm

 

DG ECFIN

A DG ECFIN é o departamento da Comissão Europeia, responsável por todos os assuntos relacionados com a União Económica e Monetária. A Direcção Geral localiza-se, como a maioria dos outros serviços da Comissão, em Bruxelas e conta com um efectivo permanente de cerca de 500 pessoas. Monitoriza os desenvolvimentos económicos na UE, publica previsões e inquéritos e prepara avaliações de políticas e recomendações para discussão com os Estados Membros, o Conselho e outras instituições da UE, sobre um vasto leque de assuntos, fundamentalmente relacionados com o euro.

Mais informação acerca da DG ECFIN e da Comissão Europeia:
http://ec.europa.eu/economy_finance